Mais cavalinhos

No post sobre minha primeira incursão ao fascinante mundo das corridas de cavalo (sim, eu me repito), eu mandei a seguinte pérola: “Ah, e não necessariamente o cavalo de nome mais legal vai ganhar a corrida. Droga“. Pois é, se liga.

Sábado, dia do show do Bob Dylan no Rio, depois do almoço no Hipódromo (o restaurante) em recepção ao ilustre Alexandre Matias, partimos para o hipódromo (o dos cavalos) pra dar aquela apostadinha básica.

Ao chegarmos, o xiita Arnaldo Branco resolveu procurar referências ao velho Bob entre os cavalos, jóqueis, faxineiros, qualquer outra coisa que pudesse remeter ao tiozinho por cujo show ele tinha pago caro pra ver. Por isso mesmo, creio que a motivação principal dessa busca infundada teria sido a fé em ganhar uma pequena bolada para atenuar a facada do ingresso. Enfim.

Em uma olhadela… não é que ele achou, minina? E não foi referência xinfrim, não. Foi logo achando cavalo com nome de música, o Going Going Gone. Tava pagando 6 por 1 e o passado recente do bicho não dava indícios de que ele seria vencedor, mas lá foi ele apostar. Matias, no Rio para o show, também confiou no palpite. Eu, achando que tinha entendido alguma coisa sobre o funcionamento do jogo, tinha sacado outro pangaré, batizada ridiculamente de Guria Jack, que tinha tudo pra ganhar. Guria Jack tava sendo montada por um jóquei vencedor, já tinha ganho duas corridas e até que tava pagando bem, 5 pra 1 era razoável pra um bicho com prognóstico tão positivo.

Pois bem, Arnaldo e Matias foram na sorte, eu fui pelos cálculos. E adivinhem quem ganhou? Pois é, o cavalo escolhido pelo nome. A minha aposta sequer ficou entre os seis primeiros lugares. No fim das contas, os moços saíram de lá 30 reais mais ricos e eu saí de lá desistindo de entender alguma coisa.

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Voltando à lógica dos nomes, se ficássemos pra jogar o oitavo páreo eu CERTAMENTE iria na Risca-Chispa, adorei o nome. Só que aí CERTAMENTE ganharia o cavalo mais bem qualificado. Porque é comigo. E eu não ganho nem no par ou ímpar.

3 Respostas para “Mais cavalinhos”


  1. 1 Tati Março 13, 2008 em 3:07 pm

    Eu quero um post que verse sobre gente bonita e clima de paquera *infame*

  2. 2 marcus Março 13, 2008 em 3:23 pm

    Foda mesmo é perder no par ou ímpar jogando contra o espelho e pedindo par.

  3. 3 joaogrando Março 13, 2008 em 7:32 pm

    O segredo do par ou ímpar é colocar números maiores que dois ou um, sempre dá certo.

    Ah, e eu escolhi ler esse post pelo nome e deu certo.

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Ego

Liv Brandão, 22 anos, bailarina frustrada e proto-jornalista. Carioca demais pra ser mineira, mineira demais pra ser carioca.

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