Experiência antropológica

Na minha primeira incursão ao fantástico mundo das corridas de cavalo, aprendi uma lição valiosíssima: nunca confie no palpite de cartunistas, eles não entendem nada de cavalos. Ah, e não necessariamente o cavalo de nome mais legal vai ganhar a corrida. Droga.

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Falando nisso, a bizarrice dos nomes dos bichos me levou a crer que quem batiza os corredores são as mesmas pessoas que dão nomes às cores de esmalte. No sábado vi correr a Muito Amada, o Risco Zero (que chegou em 2º lugar, contrariando o nome que lhe deram), o Gueriguéri, a So Famous, Simphony of Love, Letsfallinlove (sim, tudo junto), Sindicalizada (a luta continua!), A Mi Manera (I did it myyyyy waaaaaay), Com Classe, Xisquerida (com uma porção de batata frita, faz favor!), Gorgonzola (boa dupla com a Xisquerida), Jimmy Neutron, O Caso da Rosa (sim, com artigo) etc etc etc. A turminha completa tá aqui, ó.

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Dessa vez me concentrei apenas em entender a mecânica da coisa, sem apostas, sem riscos. Da próxima vez ninguém me segura.

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Apesar de ter sido chamada de pé frio por ter presenciado o retumbante fracasso dos três mosqueteiros, curti a experiência. Ainda mais pelas grandes frases de efeito - “últimas palavras” - de André Dahmer. “O mundo é ruim, mas temos cerveja”. Então tá, né?

7 Respostas para “Experiência antropológica”


  1. 1 Tati Fevereiro 19, 2008 em 2:43 am

    SÓ SE ELE QUEBRAR A PERNA!

    - Dessa vez eu joguei pra perder.
    - E das outras, Dahmer?

  2. 2 livbrandao Fevereiro 19, 2008 em 2:51 am

    Se lembrar de mais frases geniais, por favor, Contreiras. Minha memória me traiu, eu sempre subestimo meu caderninho.

  3. 3 Tati Fevereiro 19, 2008 em 12:21 pm

    - No fim tudo vai dar certo, Allan!

    - Isso é massa de manobra!

    - Eu quero que essa arquibancada caia se ele não ganhar!
    - Acho melhor mudarmos de lugar, ahn, ahn, ahn?

  4. 4 mariane Fevereiro 19, 2008 em 3:20 pm

    Amei todos os nomes dos cavalos !!! Mas Risco zero é o melhor : P

  5. 5 Arnaldo Fevereiro 20, 2008 em 12:39 pm

    Haha, lembro do último páreo, cheio de azarões pagando no mínimo 50 por um, apostei bêbado um real em todos crente que estava coberto - só esqueci de fazer o mesmo com os da trifeta que escolhi e acabou não dando… bem, o vencedor estava pagando 1,2 por um mesmo, azar.

  6. 6 livbrandao Fevereiro 20, 2008 em 1:21 pm

    Pelo menos você foi o único que ganhou alguma coisa ali, néam?

  1. 1 Mais cavalinhos « Go to Heaven Trackback sobre Março 13, 2008 em 2:22 pm

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Ego

Liv Brandão, 22 anos, bailarina frustrada e proto-jornalista. Carioca demais pra ser mineira, mineira demais pra ser carioca.

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