Sastifação (sic)

Coé, moçadinha. Tudo bom por aí?

Eu ando numa correria só. Período de provas e trabalhos mil na faculdade, trabalho novo na área, novos blogs rolando, uma vida inteira pra organizar. Se tá faltando tempo pra dormir, que dirá pra sentar o rabicó e escrever pra cá. Mas façamos o seguinte: enquanto seu post não vem, vão lá no Raios Triplos que o Eusébio tá dando show de bola.

Já volto. Prometo!

Tô quase desistindo…

… ou “Ser carioca é”.

Num dia daqueles em que você tem ZILHÕES de coisas pra resolver, a rede da sua operadora de telefonia celular (que, by the way, é a porcaria da Claro) passa a manhã inteira fora do ar. Você chega em casa e sua internet (que, by the way, é a bosta do Virtua) tá fora do ar. E, pra completar, a cereja do sundae, no fim do dia a luz cai (e aí todo morador do Rio de Janeiro sabe que a Light é uma merda mesmo).

Ontem foi o dia em que tudo caiu. Só faltou a bigorna Acme despencar sobre minha cabeça.

Um show, duas bandas e uma estagiária intrometida

Nós somos monges que fugiram do São Bento

Somos punks que traíram o movimento

Somos o grupo mais maneiro do momento

Kelvin & a Banda Surda!


Depois de nós nada será como antes

Já não pagamos nossa conta em restaurantes

Até usamos uns acordes dissonantes

Kelvin & a Banda Surda!


Damos entrevista pra que ninguém entenda

Muito em breve nós nos tornaremos lenda

Na Inglaterra já nos deram uma comenda

Kelvin & a Banda Surda!


Sempre somos a capa da revista

Toda hora nós trocamos de baixista

Nosso roadie só namora estilista

Kelvin & a Banda Surda!


Somos isso e ainda seremos muito mais

Nós não tocamos em concertos pela paz

Nós já deixamos os Stones para trás

Kelvin & a Banda Surda!


Nós enchemos de bebida o camarim

Depois do show nossas festas não têm fim

As nossas fãs são das que sempre dizem sim

Kelvin & a Banda Surda!

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A Kelvin (para os íntimos) é tipo piada interna. Existe há dez anos, ninguém ali leva aquilo a sério e o público é formado basicamente por amigos dos cinco integrantes. Todos jornalistas. Ou seja, todos cheios de amigos. Então faça as contas, a Kelvin é a banda desconhecida mais conhecida do Rio de Janeiro. Ou seja, piada interna. Os shows - que costumam ser ANUAIS - sempre lotam de fãs histéricos e ex-estagiárias saudosas. Ontem, na Cinemathèque, foi assim. Se gritassem “quem foi estagiária do Eusébio levanta a mão!“, a platéia ia parecer estar num desses shows imperativos de música baiana (”joga a mão pra cima!“). Estagiária prendada que sou, fui eleita a buscadora oficial de cerveja pro Eusébio. E fiz isso com o mesmo afinco de quando o líquido era café e o palco era o escritório em trabalhávamos arduamente. Sabe como é, uma vez estagiária, sempre estagiária. Não é assim a música?

Enfim, o show foi sensa, poveza se divertiu com as letras tipo essa daí de cima ou “a vida me varreu pra baixo do tapete” ou “podia ser bem pior, eu podia estar casado contigo“. Além de, claro, o melhor refrão do século. Ouvir “eu sempre me fodo” em loop faz um bem pra alma maior que se identificar com o refrão de Creep durante a adolescência.

Em resumo, esse foi mais um grande show na vida de Eusébio Galvão, Ricardo Calazans, Silvio Essinger, Pedro Motta Lima e Luiz Augusto Otávio Alberto. Tomara que não seja o primeiro e último de 2008.

* Para resenha, consulte o excelente e super imparcial Raios Triplos. Aquilo sim é jornalismo de verdade.

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Aí depois veio o show do grandprix, que estava aproveitando a ocasião para lançar oficialmente o segundo ep de sua vasta carreira. Faz parte da banda o mesmo Luiz Augusto Otávio Alberto que toca na Kelvin. O menino, por um acaso do destino, é filho da mesma mãe e do mesmo pai que eu. Coincidência, né, gente?

Falando sério, o único acaso do show foi meu irmão ter me chamado pro palco. Em tantos anos nesta indústria vital isso nunca tinha ocorrido e eu só não fui pega com as calças na mão porque tinha acabado de sair do banheiro. Enfim, semi-alcoolizada que estava, lá fui eu subir no palco e assumir os microfones. Na primeira, eles tocavam Ainda Bem (que você confere no MySpace, ó), foi só um trechinho.

Só que aí veio o fim do show, Luiz Augusto Otávio Alberto já tinha botado a casa abaixo ao cantar Glory Box, e o fulano resolveu desenterrar Melhor Assim, música deles mais antiga que nossa querida avó Guilhermina. Pois enfim, até achei que ele estivesse sem voz e por isso me botou na roda. E confesso que tremi. Porque, né, gente, quem me conhece sabe que eu não sou nada tímida. Mas quem me conhece mesmo sabe que meu ponto fraco é justamente cantar na frente dos outros. Me joga em cima do palco pra dançar, pra fazer mímica, pra dar cambalhota, mas não me pede pra cantar. Mas foi santa a cerveja, que só me deixou tremer depois que desci do palco.

Dizem que não desafinei e as fotos mostram que eu até levo jeito pra coisa. Quer dizer, pelo menos pose eu tenho. Se bem que, hoje em dia, pra ter credencial de rockstar só basta a pose mesmo, então tô no lucro. É, é isso. Acho que achei minha verdadeira vocação. Só falta começar os escândalos baratos.

Manenho e manenha dando desgosto orgulho à família

Mais pacote

Dia desses, um amigo questionou o porquê de os Moleskines - produto secular - estarem tão em alta. Resposta simples: alguém, num belo dia, lembrou da existência dos caderninhos, blogou e twittou. Logo tava todo mundo achando bonito. Quer um exemplo? Aconteceu o mesmo com as boas e velhas galochas, que agora voltaram como “rain boots“. Tudo questão de valorização do produto.

Antes que me apedrejem, eu tenho Moleskines e não me perdoei por não ter levado a galocha em pied de poule da Weelies, à venda na Amazon por justíssimos U$ 19. Mais que isso eu me recuso a pagar.

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American Apparel abrindo loja em São Paulo? Sim, é possível. Sim, é verdade. Sorte de quem mora lá. E do resto do Brasil quando as vendas online estiverem disponíveis diretamente dos Jardins sem os U$ 20 de frete internacional.

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Já virei fã dos Flip Books. Depois do La Mano de Diós, em que o célebre gol do Maradona que garantiu à seleção argentina o título da Copa de 86 é mostrado pela câmera normal e com REPLAY em um livrinho de bolso, outro item pra lista de desejos é o Rainbow in your hand que nada mais é que um arco-íris portátil, pra nunca mais faltar sorriso.

Via Wishlist.

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Ah, sim. Ainda continuo na academia. O Rio de Janeiro ainda não foi inundado e eles continuam malucos. Depois de ju-ra-rem que meu ex-namorado era meu irmão, agora eles cismaram que meu irmão é meu namorado. Eu, hein, coisa mais desagradável!

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Hoje tem grandprix e Kelvin na Cinemathèque. Começa cedo, tá barato, é a boa dessa quinta-feira.

grandprix no MySpace Brasil

Hoje é um grande dia. O grandprix, banda do meu irmão, muito querida por mim, finalmente vai lançar seu segundo ep de seis músicas. Dessa vez, de graça, em streaming e download no MySpace Brasil. E o material tá fino, hein. Gravação impecável, seleção de repertório idem, pra ouvir CLICA LÁ. Pra quem quiser ter o cd bonitinho, com essa capa linda feita pelo amado Nando Rocha, pra ouvir no som da sala enquanto folheia o encarte, em maio o ep sai encartado na revista MP3 World.

Enquanto isso, vai lá ouvir as músicas e volta aqui pra continuar lendo o post.

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Pronto? Então, gostou? Pois saiba que “Ainda bem” (minha preferida) está esperando pelo seu voto para entrar na programação da Rádio Cidade via web. Pra escolher, só entrar em www.cidadewebrock.com.br e clique em “pedido musical”. Molezinha.

Tudo bem que o grandprix não vende na Polishop, mas ainda não acabou! Pra comemorar o nascimento do segundo filho, quinta-feira que vem, depois do feriadão, rola show na Cinemathèque Jam Club, em Botafogo. No mesmo dia, rola show da grande Kelvin & a Banda Surda, que meu irmão passou a integrar no ano passado e que comemora os dez anos de existência e cretinice com seu aguardado show anual. Antes, depois e entre as duas bandas, DJ Janot nas carrapetas. Mais perto dou o serviço completo, só reserva a data aí na sua agenda, oke?

Você é o que você come

Tá rolando por aí um link do site alemão Pundo3000.com, em que a equipe fez comparações fotográficas entre as imagens que aparecem nas embalagens de produtos alimentícios e o que realmente vem dentro da embalagem.

Óbvio que o resultado das cem fotos é decepcionante, se alguém esperava algo diferente disso, tá precisando assistir a Um Dia de Fúria, com o Michael Douglas. Mais especificamente aquela cena em que ele pede um hamburguer igual ao da foto do cardápio da rede de fast food e, claro, isso não acontece.

Enfim, de novidade na história toda a gente percebe que alemão tem talento pra enlatar/congelar as coisas mais esdrúxulas possíveis. As combinações mais improváveis que a feijoada pronta da Sadia - que também é de embrulhar o estômago - estão por toda parte. É por isso mesmo que eu não fiquei nem um pouco surpresa com o resultado da pesquisa. Alguém em algum momento achou que poderia sair algo de bom de uma embalagem que contém um troço parecido com uma barra de cereais recheada com uma LINGUIÇA?

‘Bora combinar que quem acha maneira a idéia de consumir salsichão congelado que vem na mesma caixa que uma espécie de creme de vegetal não-identificado e batatas cozidas tem mais é que ser passado pra trás mesmo. Mais que indignada com a propaganda enganosa, eu fiquei foi com nojinho.

Nova modalidade de despacho

E aí que você acorda num sábado chuvoso, percebe que precisa tirar dinheiro e dá de cara com um DESPACHO DE MACUMBA dentro do banco, em frente a uma das cabines. Com direito a galinha morta, farinha esparramada e uma garrafa pela metade de Teacher’s. Sim, dentro do banco. Não, a agência não ficava numa esquina.

Voltei correndo pra pegar a câmera e registrar o momento, mas quando cheguei era tarde demais. Uns pivetes já tinham ensacado a galinha e sobraram <concretismo> apenas umas penas </concretismo> pra contar história. Aposto que amanhã sai foto no Ancelmo Góis.

Nunca se sabe quando se vai precisar, né…

volare_liniers.jpg

As trilhas sonoras de todos os trabalhos de audiovisual na faculdade SEMPRE, SEMPRE, SEMPRE ficaram na minha mão. E aí que eu tô com um programa de rádio pra terminar e CISMEI que precisava da versão original de Nel Blu Dipinto Di Blu, também conhecida por “Volare” pra usar de BG. Sim, música italiana. Não, não é dos Gipsy Kings. Também não é do Nico Fidenco. Ser filha de um cara criado por uma avó vinda do país da bota me ensinou que a alegre canção é do Domenico Modugno, número 1 no Hot-100 da Billboard no ano de 1958, cê cridita? Pois é. Aí que fiquei feito uma louca catando isso Internet afora. Demorou, mas consegui. Graças ao Orkut e a um ser humano cafona que postou o link no Rapidshare pro quarto volume de uma coletânea chamada Moments of Love vendida pelo Polishop (sim, zeroonzequatorzezeromeia).

A questão é que no caminho dessa longa e árdua busca, dei de cara com tantas outras versões que achei um pecado não compartilhar. Encontrei no Seedpod, por exemplo, o Alex Chilton, do Big Star, coverizando a canção. O fanfarrão do Paul McCartney também arriscou o italiano durante um show em Roma, saca só:

Achei até um arquivo de videokê da canção na versão mais famosa, dos Gipsy Kings, com a letra em embromation, pra facilitar o jogo daqueles que não são exatamente familiarizados com o idioma. Vai treinando:

Pra terminar o listão, como não poderia deixar de ser, os maiores representantes da música italiana atual, habitués do programa do Gugu. Com vocês, Laura Pausini e Eros Ramazotti!

É isso, divirtam-se. Depois que a música grudar mais que carrapato em suas cabecinhas, vocês vão acabar concordando comigo que o melhor do post foi mesmo a tirinha do Liniers ali em cima. :P

Cachorro é mais bem tratado que gente

Pois é. Eu moro numa rua pacata de um bairro pacato, cortada por pés de tamarindo do começo ao fim. Eis que anteontem começou um movimento de cercar a área entre duas árvores quase em frente ao meu prédio. Primeiro, uns operários vestido de azul cercaram uma área retangular com estacas brancas. Ontem, voltaram e instalaram as barras horizontais pra fechar a cerca. E eu e minha mãe, vendo tudo daqui de cima, sem entender nada. A primeira hipótese era acabar com o estacionamento de ocasião em que os motoristas transformam os espaços entre as árvores. A segunda ninguém nem cogitava.

Hoje cedo, quando os operários voltaram pra terminar o silviço, dois velhinhos - pois é, bairro bucólico sempre tem velhinho adornando a paisagem - quebraram o maior pau, armaram aquele barraco, fizeram aquele escarcéu, tudo porque estavam putos com a obra que até então eu não imaginava pra que servia. Tanto falaram, tanto xingaram, tanto reclamaram, que mais nada foi feito hoje. Até que descobri o motivo: o tal cercadinho servirá de PLAYGROUND PRA CACHORRO - outro item muito comum nas redondezas -  além de ser reservado às necessidades fisiológicas dos bichinhos. Sim, estão construindo um MICTÓRIO de cachorros em frente à minha casa! Legal, né?

Agora tá o maior bafafá na portaria, gente indo e vindo, pranchetas com listas de abaixo assinado, tudo por causa da idéia ESTÚPIDA de juntar os cãezinhos do bairro, vinda de uma madame qualquer e acatada por algum político imbecil da trupe do César Maia.

Enquanto isso, repelente tá superfaturado nos supermercados porque a cidade tá vivendo essa epidemia de dengue. Legal, né?

Português é assassinado na Tijuca

Voltando pra casa de ônibus, um dos sinais da Rua Felipe Camarão, ali na Tijuca, fecha e eu dou de cara com a seguinte - e sensacional - faixa em um imóvel à venda:

PÓLO GASTRONÔMICO

ESTALE SEU RESTAURANTE

KI-CALÇADÃO OLHE…

Se alguém passar por lá e estiver portando uma câmera, agradeço o registro fotográfico.

UPDATE: Opa, já temos foto! Via Nababu.org, valeu!

 

Mais cavalinhos

No post sobre minha primeira incursão ao fascinante mundo das corridas de cavalo (sim, eu me repito), eu mandei a seguinte pérola: “Ah, e não necessariamente o cavalo de nome mais legal vai ganhar a corrida. Droga“. Pois é, se liga.

Sábado, dia do show do Bob Dylan no Rio, depois do almoço no Hipódromo (o restaurante) em recepção ao ilustre Alexandre Matias, partimos para o hipódromo (o dos cavalos) pra dar aquela apostadinha básica.

Ao chegarmos, o xiita Arnaldo Branco resolveu procurar referências ao velho Bob entre os cavalos, jóqueis, faxineiros, qualquer outra coisa que pudesse remeter ao tiozinho por cujo show ele tinha pago caro pra ver. Por isso mesmo, creio que a motivação principal dessa busca infundada teria sido a fé em ganhar uma pequena bolada para atenuar a facada do ingresso. Enfim.

Em uma olhadela… não é que ele achou, minina? E não foi referência xinfrim, não. Foi logo achando cavalo com nome de música, o Going Going Gone. Tava pagando 6 por 1 e o passado recente do bicho não dava indícios de que ele seria vencedor, mas lá foi ele apostar. Matias, no Rio para o show, também confiou no palpite. Eu, achando que tinha entendido alguma coisa sobre o funcionamento do jogo, tinha sacado outro pangaré, batizada ridiculamente de Guria Jack, que tinha tudo pra ganhar. Guria Jack tava sendo montada por um jóquei vencedor, já tinha ganho duas corridas e até que tava pagando bem, 5 pra 1 era razoável pra um bicho com prognóstico tão positivo.

Pois bem, Arnaldo e Matias foram na sorte, eu fui pelos cálculos. E adivinhem quem ganhou? Pois é, o cavalo escolhido pelo nome. A minha aposta sequer ficou entre os seis primeiros lugares. No fim das contas, os moços saíram de lá 30 reais mais ricos e eu saí de lá desistindo de entender alguma coisa.

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Voltando à lógica dos nomes, se ficássemos pra jogar o oitavo páreo eu CERTAMENTE iria na Risca-Chispa, adorei o nome. Só que aí CERTAMENTE ganharia o cavalo mais bem qualificado. Porque é comigo. E eu não ganho nem no par ou ímpar.

Mais um pouco sobre tudo

Imagem & Ação Musical

Acho que foi a melhor definição que eu consegui encontrar pro Music Cube, joguinho em flash em que o usuário tem que adivinhar qual o artista, álbum ou música das décadas de 80, 90 ou 00 (se bem que tem muito erro de data) estão representados pelas imagens que aparecem. A graça tá na infâmia da coisa. Quer uma cola? O disco Speakerboxx/The Love Below do Outkast foi retratado com uma caixa de som + uma caixa + x e em baixo tinha um coração, uma abelha e um velocímetro marcando baixa velocidade. Pescou? Pois é, é bem por aí.

É uma pena que o joguinho tenha apenas 81 desafios, mas uns são tão difíceis, que a diversão acaba prolongada de tanto ter que queimar a mufa pra adivinhar que diabos aquilo quer dizer. Vai lá ver que banda dos anos 70 eles tentaram definir com um caixão dizendo “thank you“, vai.

themusicube.jpg

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Isobel Campbell & Mark Lanegan

A parceria entre a ex-Belle and Sebastian com o ex-Screaming Trees lançada em álbum em 2006 deu tão certo que eles resolveram repetir a dose. Depois do excelente Ballad of Broken Seas, a dupla volta com Sunday at the Devil Dirt, que só vai ser lançado no começo de maio, mas já vazou pra alegria da criançada. Numa primeira audição despretensiosa, já dá pra perceber que a combinação da voz doce de uma com a voz grave e sombria do outro continua funcionando muito bem.

Pra baixar, clica aqui, ó. Depois aproveita pra passear pelo Kokoro, ótimo blog de downloads que alguém indicou no Twitter e eu esqueci quem foi (aaaacho que foi a Flávia Durante, mas não tenho certeza), sorry!

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Aliás, dia de Mark Lanegan, esse. Além do cd novo com a Isobel, já rolou por aqui o ótimo Soulsavers e o The Gutter Twins, dueto com o Greg Dulli, que eu já comentei e dei link pra download aqui.

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Só pras meninas (ou não, né, vai saber)

Agora eu tenho certeza que foi a Flávia que indicou esse canal sensacional no YouTube. Lauren é uma inglesa de 26 anos que há sete meses vem postando com freqüência vídeos com tutoriais de maquiagem. O sotaque dela é um horror, mas o passo-a-passo é super bem explicadinho e ela é bem didática. Maravilha.

Desde que começou, Lauren gravou e publicou 123 vídeos, sendo que os mais recentes chegam a 90 mil page views. O sucesso da menina é tanto que ela foi contratada pela Barry M pra fazer tutoriais específicos com os produtos da marca para o site deles. No YouTube, ela usa as marcas que bem entende, sempre com uma quedinha pela MAC.

Já tô aqui babando com os olhos que essa menina faz. No vídeo aí de baixo, ela ensina a fazer o make clássico da Amy Winehouse. E pelo visto muita gente vai sair por aí com os olhos marcados em preto. Só esse link já foi acessado quase 300 mil vezes em um mês.

Repara só no ronco incidental ao fundo

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Trazendo o assunto pra realidade calorenta que vivemos, a gaúcha Marina Smith, de 24 anos, criou o 2beauty, blog só pra falar de maquiagem. Mais abrangente que Lauren, Marina também grava tutoriais em vídeo, cria guias de compras, dá dicas sobre trocas, sites para comprar maquiagem e testa novidades, dos produtos mais caros e importados aos mais baratinhos, daqueles que você encontra na farmácia da esquina.

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Enfim uma boa notícia. O zé mané do senador Eduardo Azeredo - o mesmo que criou um projeto de lei para controlar o acesso à internet no Brasil através da identificação obrigatória dos usuários antes de se conectarem que, graças, não foi pra frente - está tentando aprovar um projeto que criminaliza os spammers. Com multas de R$ 50 a R$ 100 para quem envia e-mails não-solicitados em massa sem identificação e autorização prévia; e de R$ 500 a R$ 1.000 para os donos de bancos de dados que revendem nossas preciosas informações, o zé mané supracitado quer regulamentar o marketing online, que só poderá ser feito através de acordo entre as partes, identificação da empresa e com endereço de e-mail válido pra resposta/descadastramento.

Será o fim da enxurrada de mensagens enviadas por chicanos de nomes bizarros? Claro que não, até porque a maioria dos spams que a gente recebe não são gerados no Brasil. Mas que isso pode filtrar bastante a quantidade de lixo que vai parar nas nossas caixas postais todo santo dia, ah, pode. Se tudo der certo, a lei passa a valer no meio desse ano.

Ou seja, deixem suas tias chatas fãs de animações em power-point e correntes pela vida avisadas. Afinal, a gente nunca autoriza essas pentelhices que elas mandam, certo?

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Tá, tá, tá, tô quase acabando. Antes de ir embora vou fazer uma propagandinha básica. Só pra avisar que meu estimado irmão tá com blog novo pela 39568305830 vez e tenho a ligeira impressão de que esse finalmente vai pra frente. Bolinha Amarela, sobre o esporte que é a paixão dele, mas que eu nunca consegui entender. Gosta de tênis? Então prestigia a família.

Semeando a discórdia

Caros leitores detentores de bom senso e de bom gosto,

Corram agora para o A Vida Mata a Pau e encham o guru Menezes de comentários pedindo a confecção da camiseta abaixo pela Cove:

lennonmacca.jpg
Para arrumar conversa de bar, discussão na rua e ânimos exaltados com a mais pura arte da provocação gratuita. Você não pode ficar sem. Implore já pela sua!

A quem interessar possa

Passei pelo Centro de Cursos de Extensão da minha amada universidade e vi um cartaz anunciando um curso de “Estratégia RPG“. Sensata como sou, pensei logo em Reeducação Postural Global ou seja lá qual for aquele nome pomposo que dão à fisioterapia.

Cheguei mais perto e vi cavaleiros, elfos, dragões, machados, fogo… ilustrações bem inadequadas pra esse tipo de disciplina, né? To-li-nha. Aí caiu a ficha… era RPG, O JOGO DE NERD! Como assim alguém paga por um CURSO DE EXTENSÃO EM ESTRATÉGIAS DE RPG? Pois é, como tem doido pra tudo, segue aí a ementa caso alguém se interesse em pagar duas parcelas de módicos R$ 278. Topas?

Role Playing Game; componentes narrativos, processo de jogo. Práticas de ensino; desenvolvimento e expressão da criatividade.

Agora me diz: sou só eu que acho ou o mundo tá bem esquisito?

Convocação extraordinária

DJs Bree, deFatima e Silk mandam avisar que nessa quarta rola a primeira edição da festa Hey Ladies, lá na Pista 3 (aliás, por que caralhos chamam aquilo de O Pista 3?). A festa, “de meninas de bom gosto para meninas de bom gosto”, é para aquelas que fogem do estereótipo de caminhoneira da La Girl (nada contra, mas sabe como é, o estilo é outro).

No som elas prometem róque, pop, electro e o que mais der na telha. A coisa ainda é democrática, dá pra pedir o que quiser pelo e-mail heyladies.festa@gmail.com e a probabilidade de ser atendida é grande. Afinal, essa festa é coisa de quem tem bom gosto.

Então anotaí: dia 27, quarta, a partir das 22h, na Pista 3 (São João Batista, 14, em Botafogo, quase esquina com a Voluntários). Os preços tão ali no flyer, ó.

Pra quem quiser mais infos, é só seguir o Twitter da festa, ou adicionar o MySpace, ou assinar o RSS do blog, ou mesmo o perfil do Orkut. Ufa!


Ego

Liv Brandão, 22 anos, bailarina frustrada e proto-jornalista. Carioca demais pra ser mineira, mineira demais pra ser carioca.

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MarcioK In Rio @ Choperia Brazooka

MarcioK In Rio @ Choperia Brazooka

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